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Para além dos conhecidos problemas dos territórios de baixa densidade, nomeadamente o despovoamento, envelhecimento da população, falta de oportunidades de trabalho, dificuldade de fixar a juventude, isolamento e difícil acesso aos serviços básicos, em 2017 o nosso país foi ainda assolado pela tragédia dos incêndios, que em muito contribuiu para o agravamento destes problemas que conduzem ainda a uma maior degradação económica e social dos territórios de baixa densidade.

A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento tem desenvolvido uma ampla reflexão em torno das prioridades da Cooperação Portuguesa e dos principais desafios que se colocam às Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) no período pós-2015.

A Animar – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, em parceria com a Associação EcoGerminar e a Associação Empresarial da Beira Baixa, está a organizar o Fórum de Desenvolvimento subordinado ao tema “Circuitos Curtos de Produção e Consumo Local", a realizar no dia 23 de novembro, entre as 9:00H e as 16:00H, no Auditório da Associação Empresarial da Beira Baixa, em Castelo Branco.

 

A Oikos vai participar com a representação de João José Fernandes, Presidente, na partilha de experiências e práticas de CCA e produção local e de economia social e solidária.

A Oikos vai participar no Portugal Economia Social com a apresentação do projeto SmartFarmer. Estaremos num espaço conjunto do IES - SBS com mais projetos de inovação social.


Um evento multidisciplinar que se dedicará a mostrar e estimular o potencial do sector da economia social, das suas Organizações e financiadores, em prol do desenvolvimento sócio económico do país.

 






Objectivos do evento: 

  • Estimular o empreendedorismo e  a inovação social dos cidadãos, empresas e organizações, visando o desenvolvimento sustentável e a coesão económica, por via da empregabilidade e criação de riqueza;
  • Provocar o debate entre os diferentes players da economia social e solidária. A importância das diferentes instituições na economia, empresas socias, empreendedorismo e inovação, financiamento…
  • Promover o encontro entre a oferta de produtos e serviços e a procura tendo em conta as diferentes necessidades do sector;
  • Fortalecer e qualificar o sector da Economia Social, das suas organizações e financiadores, em prol do desenvolvimento sócio económico do país;
  • Dinamizar projectos económicos e sociais;
  • Fomentar o desenvolvimento cooperativo;
  • Impulsionar o desenvolvimento local e regional através de respostas a situações, públicos e regiões mais vulneráveis, com vista à criação de emprego e ao empreendedorismo;
  • Favorecer a interacção entre as diferentes partes interessadas no sector, a partilha de boas práticas e estabelecimento de redes e parcerias;
  • Congregar os principais eventos da economia social desenvolvidos pelos diferentes players – Ser “o Palco Nacional” da Economia social.

 

Todas as informações em: www.portugaleconomiasocial.fil.pt

 

 

É já nos próximos dias 24 a 26 de Novembro, que decorre em Lisboa, na Universidade Católica Portuguesa, o Terceiro Fórum das Finanças Éticas e Solidárias (FFES III). Trata-se de um espaço de encontro, apresentação de projetos nacionais e internacionais, discussão e muita reflexão em torno da história, momento atual e principais tendências das finanças éticas e solidárias, na Europa e no mundo. 

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