Área Reservada
Notícias

O Portugal Economia Social é um evento que quer dinamizar e fortalecer o setor da Economia Social Portuguesa. Um evento multidisciplinar que se dedicará a mostrar e estimular o potencial do sector da economia das suas Organizações e financiadores, em prol do desenvolvimento sócio económico do país.

 

A Oikos estará presente no espaço da ANIMAR e participará no painel de dia 19 “O Empreendedorismo e a Inovação Social dentro das organizações e a emergência do 4º sector”, com representação de João José Fernandes – presidente da organização.

 

Objectivos do evento:

 

Apresentar e promover projectos económicos sociais e fomentar a criação de “joint ventures” para o desenvolvimento cooperativo;

Mostrar respostas para a satisfação de necessidades sociais e também de novas soluções institucionais e legais que desenvolvem formas de organização mais plurais, democráticas e participativas, alternativas à economia de mercado;

Dinamizar e apoiar o empreendendorismo social e estimular a capacidade empreendedora dos cidadãos e das organizações, visando o desenvolvimento sustentável e a coesão económica, por via da estimulação à criação de riqueza;

Mostrar produtos e serviços que servem o sector da economia social;

Promover o desenvolvimento local de públicos e regiões mais deficitárias, levando à criação de emprego e melhorar as condições de empregabilidade.

 

Consulte o programa

 

Todas as informações em: www.portugaleconomiasocial.fil.pt

 

 

O controverso Tratado Transatlântico sobre Comércio e Investimento (TTIP na sigla inglesa) que está a ser negociado entre a UE e os EUA, terá efeitos negativos na saúde pública, no emprego, no clima, de acordo com a avaliação oficial de impacto da UE que foi publicada no passado 13 de Maio.

 

Um relatório de 394 páginas que levou dois anos e meio a ser concluído fornece uma perspetiva única sobre as consequências sociais e ambientais do TTIP lesivas às pessoas na Europa e nos EUA.

 

John Hilary, Diretor Executivo da organização “War on Want”, disse: “As relevações deste relatório são os últimos pregos no caixão do TTIP. Esta avaliação oficial demonstra a extensão real da ameaça que este acordo obscuro constitui sobre o nosso futuro comum e o que é demonstrado não é bonito” Apelamos à UE para que pare imediatamente as negociações de modo a evitar que os perigos identificados se tornem realidade.”

 

Riscos para a Saúde Pública

Esta avaliação de impacto avisa que o TIIP levará ao aumento dos níveis de doenças relacionadas com as dietas, tal como a obesidade e a diabetes, resultados do aumento do consumo de alimentos nocivos à saúde como bebidas ligeiras artificiais, alimentos processados que contêm elevados níveis de sal e gordura. De acordo com o relatório, o TTIP na medida em que abre as portas às importações de baixo custo destes produtos para a Europa, também prejudica as tentativas de diminuir os efeitos negativos do consumo de tabaco e álcool na Europa aumentando os riscos de doenças cancerígenas e cardiovasculares na Europa.

Usando uma linguagem muito direta, este relatório de avaliação de impacto, evidencia que o TTIP põe em causa os Direitos Humanos relacionados com a saúde e alimentação na Europa, reservando as piores consequências para os mais pobres e vulneráveis na sociedade. Afirma ainda que o TTIP está em conflito direto com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável adotados por todos os países do mundo na Assembleia Geral das Nações Unidas em Setembro do ano passado.

 

Perda de empregos

O relatório de avaliação de impacto calcula que o TTIP levará à perda de pelo menos um milhão de empregos em ambos UE e EUA e mais de dois milhões se vingasse a versão mais ambiciosa do TTIP. O impacto da perda destes empregos, de acordo com o relatório, será maior nos trabalhadores menos qualificados que também serão os que terão maior dificuldade em procurar e assegurar emprego alternativo.

Os trabalhadores europeus do sector elétrico (maquinaria) serão os que sofrerão maior impacto com cerca de 7,5% do universo dos trabalhadores deste sector (mais de 100.000 empregos) a perder o emprego como resultado do TTIP. A indústria europeia do aço, de acordo com o relatório, sofrerá também significativas perdas de emprego decorrentes do TTIP, acrescendo problemas aos que o sector já enfrenta como resultado da liberalização deste mercado.

A produção de carne na Europa é outros dos sectores que enfrentará grandes perdas de emprego com o TTIP, assim que a competição injusta com a agricultura norte americana altamente industrializada empurrar os agricultores europeus para a falência. Países como a Irlanda já foram alertados pela Comissão Europeia para esperarem impactos esmagadores na sua produção de carne de vaca, como resultado do TTIP.

 

Aumento das emissões de CO2

A avaliação de impacto calcula que o TTIP levará a um aumento superior a 21 milhões de toneladas de emissões de CO2 na UE e nos EUA. Atualmente ambos UE e EUA já contabilizam emissões de CO2 per capita superiores à média do resto do mundo, três vezes superior à media do resto do mundo, no caso dos EUA. Com o TTIP aumentarão estes já elevadíssimos níveis. É de notar que estas consequências vão estrondosamente contra os compromissos assumidos por todos os países do mundo, em Paris, em Dezembro de 2015, na Cimeira do Clima (COP21).

Esta avaliação de impacto também indica que o TTIP levará a um aumento da poluição do ar na Europa, com aumentos esperados nas emissões de monóxido de carbono, dióxido sulfúrico, óxido de nitrogénio e de partículas PM10, todos ameaças conhecidas e comprovadas à saúde humana.

 

O texto completo do relatório de avaliação de impacto do TTIP pode ser encontrado aqui.  

A Oikos convida à participação no "I Fórum Português de economia social e solidária", a realizar dias 13 e 14 de Maio de 2016, no ISCTE.


Os objetivos deste Fórum são:

1 – Contribuir para delimitar os sectores da economia social e solidária em Portugal e os seus papéis na sociedade portuguesa;
2 – Discutir as relações entre o Estado e a Economia Social e Solidária no contexto das ameaças e desafios atuais à escala europeia;
3 – Contribuir para a construção de uma agenda política e institucional favorável à economia social e solidária em Portugal.

 

A Oikos participará no dia 14 em duas das intervenções: 

» Pedro Krupenski, diretor de desenvolvimento, será um dos intervenientes no tema "Uma agenda política e institucional favorável à economia social e solidária em Portugal”.

» Rafael Drummond Borges, diretor financeiro e administrativo, será moderador do workshop “Modelos e instrumentos de financiamento”.

 


Consulte o programa na íntegra


Inscrições

 

O clima global está a mudar e as consequências já estão à vista em São Tomé e Príncipe. Elevação do nível do mar, modificação do regime das chuvas, perda de biodiversidade e degradação dos ecosistemas são alguns dos efeitos das Alterações Climáticas que o país sente ne pele e que constituem desafios de primeira importância para os atores públicos e da sociedade civil organizada nacional.

A 9 e 10 de maio, realiza-se na Fundação Gulbenkian a conferência Os Direitos Humanos e os desafios do século XXI. Globalizar a Dignidade.

 

Comissariada por Viriato Soromenho-Marques, esta conferência é organizada pela Fundação Gulbenkian, pelo Robert F. Kennedy Center for Human Rights e pelas embaixadas da Áustria e dos Estados Unidos da América.

  

Siga-nos

 

Participe em Ações e Eventos

Dezembro 2016
D 2a 3a 4a 5a 6a S
27 28 29 30 1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31