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Testemunhos

Sentado ao lado da mulher e dos filhos ainda menores, Armando Ruiz Neyra, um pequeno produtor de banana orgânica do distrito de Salitral, conta-nos que há oito anos vivia na região de Loreto, onde trabalhava humildemente como moto-taxista. Hoje, abre os olhos, e junto da família rega três hectares e meio de plantações de bananas orgânicas, o que vai permitir que daqui a alguns anos, os seus “filhotes” - como lhes chama - possam cumprir o sonho de um dia serem médicos.

São aproximadamente oito da manhã e a Dona Justa More Yovera recebe-nos na sua parcela e diz-nos que há quatro horas que está a desfolhar todo o hectare e meio que tem de cultivo de bananas orgânicas.

Gumersindo Távara Rosales dedicou toda a sua vida ao cultivo de milho e com o pouco lucro que a colheita lhe dava, mal podia alimentar os cinco filhos. Após muito se questionar, optou pelo cultivo de bananas orgânicas e hoje é um dos 6.500 pequenos produtores que exportam bananas para mercados em todo o mundo. 

A pesca só dava para sobreviver, mas não para nos desenvolvermos. Este terminal pesqueiro é a nossa salvação e aquilo que vai mudar verdadeiramente a nossa vida.

Entre muitas outras iniciativas, a Unidade Municipal Ambiental (UMA) incentiva a recolha organizada de lixo nas comunidades beneficiadas, dando todo o apoio logístico e requisição gratuita de enxadas, carrinhos de mão e bidões para recolhas maiores.

É um espaço de jovens para jovens. Tenta ver-se os jovens não como beneficiários mas os protagonistas.

Nos centros Rota Jovem procura-se dar ao jovem uma formação que vai mais além das competências técnicas ou profissionais que exige o mercado laboral salvadorenho.

Foi extraordinário ver a transformação do caos que encontrei na melhoria das condições de vida das populações afectadas de uma forma notável, com a ajuda da comunidade internacional, com os esforços da Oikos e dos portugueses.

Pertenço ao Coro Misto da Universidade de Coimbra. Fomos actuar a Alcáçovas e eis que, quando entramos num pavilhão de exposições, me deparo com uma exposição da vossa associação com imensas construções daqueles meninos de longe, pobres, mas tão doces, que só vendo o que eles fazem (tão bem e com tão pouco) dá vontade de pegar e levar aquelas construções connosco!

Antes as pessoas não tinham forma de comunicar. Os rádios instalados nas comunidades que estão ligados ao centro micro-regional são a única forma de ligação ao exterior.

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A Oikos no Mundo

Trabalhamos com comunidades de regiões e países mais pobres, promovendo a saúde pública, alimentação, água, saneamento e educação.

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