Área Reservada
 
ElSalvador 2 1 1

Guatemala

Área total: 108.890 Km2
Populacao: 13.824.463
IDH rank: 91; IDH valor: 0,658
População abaixo linha de pobreza: 56,2%
PIB per capita: 5.200 USD
Esperança de vida: 70,8 anos
Taxa de analfabetismo M: 37,5%
Taxa de analfabetismo H: 22,7%
Taxa mortalidade infantil: 26.02/1,000
Taxa de fertilidade: 3,27 crianças/mulher
Acesso a água potável: 95%

Guatemala

No ano 2000, 16% da população da Guatemala encontrava-se em situação de pobreza extrema e 56% em situação de pobreza. Destes, 8 em cada 10 pessoas residem em zonas rurais e distantes dos grandes centros urbanos. A taxa de alfabetização, para pessoas entre os 15 e os 24 anos, aumentou de 75% para 82% entre 1989 e 2000. No entanto, a taxa de sucesso escolar é relativamente baixa, com apenas 30% dos alunos a concluírem o 5º ano.

 

Existe uma pequena disparidade entre os géneros no acesso à educação, que se acentuou entre 1991 e 2000, em desfavor das mulheres. Este desequilíbrio de género continua a persistir também no mercado laboral, nos rendimentos salariais auferidos.

 

Em 2000, 58% do trabalho agrícola correspondia a trabalho não remunerado desenvolvido por mulheres, como extensão das suas actividades de casa. No caso das mulheres indígenas, esta proporção sobe para 64%. No mesmo ano, o rendimento mensal das mulheres equivalia a aproximadamente 60% do salário de um homem.

 

Nos dados relativos às taxas de desnutrição em crianças até 5 anos, verificam-se progressos, com um decréscimo de 34% para 24% nos valores globais entre 1987 e 1998. Ligeiros progressos registaram-se igualmente na mortalidade materna, com 219 óbitos por cada 100,000 partos (1989) e 186 óbitos em 1998. 41% dos nascimentos ocorridos no país durante o período de 1994 a 1999 foram atendidos por pessoal médico qualificado. No caso das mães indígenas, esta percentagem é significativamente mais baixa (17%).

 

No entanto, igualmente no domínio da saúde, as taxas de prevalência de VIH em adultos (15-49 anos) aumentou de 0,05% (1990) para 0,85 (2001), tal como a incidência de casos confirmados de malária: de 0,4 para 3,1 por mil habitantes entre 1990 e 2001, o que demonstra a necessidade de rever as prioridades e políticas do sector.

A Guatemala possui o desafio de impulsionar políticas e programas que garantam a sustentabilidade ambiental, uma vez que entre 1992 e 2000 se tem registado uma tendência de redução da superfície das terras cobertas por bosques, de 29% para 26%. Por outro lado, o aumento do acesso a fontes de água e serviços de saneamento tem sido garantido: entre 1989 e 2000 esta proporção passou de 75% para 85% no abastecimento de água e de 57% para 79% no caso de serviços de saneamento.

 

Fonte: Human Development Report - UNDP; The World Factbook; Human Development Report - UNDP