Área Reservada

Vida Sustentável

Melhoria da vida das famílias rurais desfavorecidas a partir do aumento do rendimento agrícola de pequenos produtores.

As famílias rurais nos distritos de Morrumbala e Mutarara dependem quase exclusivamente da agricultura de subsistência para a sua sobrevivência. A perda de meios de subsistência no contexto dos deslocamentos devido a cheias tiveram particular incidência na vulnerabilidade das mulheres e meninas ao tráfico, à migração laboral e à prostituição, uma vez que estas tinham de se deslocar grandes distâncias para moer milho ou mesmo para trabalhar nos terrenos onde a família estava assentada previamente. Assim, este projecto visava o Empowerment das mulheres e das suas condições de vida, em particular na agricultura, de forma a reduzir o risco de tráfico. Para isto, as acções empreendidas procuraram melhorar a produção agrícola e outras capacidades geradoras de rendimentos e economizadoras de tempo das mulheres afectadas pelas cheias para reduzir a sua vulnerabilidade e promover melhorias sustentáveis nas condições de vida em geral nas áreas de reassentamento.

 

Beneficiários: 1.554 pessoas

Data de Início: Mai.2009

Data de Fim: Jan.2010

Promover o aumento do rendimento de produtores de pequeno porte através da adopção de práticas produtivas e empreendedoras.

Contribuir para o aumento da resiliência de Moçambique face aos impactes das alterações climáticas.

Facilitar o acesso à agua potável às comunidades e consciencializar as mesmas para a necessidade de consumirem diariamente água potável e de manterem o ambiente saudável em torno dos pontos de água como forma de minimizar doenças derivadas do consumo da água não potável.

Promoção e divulgação da Lei da Terra com vista á gestão de conflitos e promoção de parcerias entre comunidades e sector privado para o desenvolvimento comunitário participativo e integrado.

A Oikos actua no distrito de Magude, Moçambique, desde 2002. Numa lógica de desenvolvimento sustentado e continuado, tem implementado diversos projectos nesta zona com o objectivo principal de minimizar os efeitos sentidos pelo VIH/SIDA, através do fortalecimento da Segurança Alimentar de famílias rurais pobres nesta região.

Através deste projecto, as acções empreendidas visavam integrar as famílias afectadas pelo VIH/SIDA em uma série de actividades que permitissem o aumento da sua capacidade produtiva e de seu rendimento. O projecto ofereceu oficinas de sensibilização e educação dedicadas a pessoas afectadas directa ou indirectamente pelo VIH/SIDA como, por exemplo, formações em técnicas de teatro e jogos cooperativos.

Em resposta à catástrofe natural provocada pelo Ciclone Jokwe, em 2008, a Oikos implementou um projecto de apoio à população afectada na Ilha de Moçambique e Mossuril. Um ano depois, em 2009, a Oikos, em conjunto com estas comunidades, inaugura 105 barcos de pesca que são o sustento de 2.000 famílias.

Além de recuperar os meios de sobrevivência das famílias beneficiárias, apoiando-as na reabilitação dos seus barcos e artes de pesca, e recuperando as suas actividades agrícolas, esta intervenção deu início a um novo projecto para fortalecer as mesmas comunidades na prevenção de desastres naturais, capacitando-as a evitar que os mesmos estragos aconteçam novamente.

A Oikos trabalha em Motaze desde Setembro 2002, quando começou a implementação do projecto Sekeleka Motaze.

Este projecto foi a continuidade e fecho do programa Sekeleka Motaze, e estava orientado à realização de uma transferência de capacidades e conhecimentos às famílias com doentes de HIV/SIDA para que pudessem providenciar os cuidados dispensados aos doentes pelos activistas de maneira pessoal e familiar e garantir o melhoramento da dieta alimentar dos doentes (e da família toda) a partir de recursos próprios. As acções desenvolvidas visavam que as famílias eliminassem o factor de dependência que se gerou com as actividades de cuidados domiciliários da Oikos, fechando-se o projecto sem que as famílias fossem prejudicadas.

Além disto, procurou-se integrar as famílias afectadas pelo VIH/SIDA em uma série de actividades que permitissem o aumento da sua capacidade produtiva e de seu rendimento. Uma das estratégias utilizadas foi a criação de hortas familiares e criação de animais de pequena espécie destinados em exclusivo ao melhoramento da dieta familiar.

Aumento da produção agrícola , extensão e fomento, organização de associações.  Este projecto abrangeu duas mil e duzentas famílias camponesas. As suas actividades incidiram sobre a criação duma rede de extensão, formação de extensionistas, líderes e técnicos, criação de campos de demonstração e viveiros, multiplicação de sementes, fomento de culturas alimentares e de rendimento.

Beneficiários: 25.000 pessoas (5.000 família)

Data de Início: Jan.2001

Data de Fim: 2009

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